Já faz um certo tempo que um dos boulderistas mais experientes e famosos da região (como podemos reconhecer na foto ao lado) o Sr. Roberto Lima (vulgo Betão), comprou parte das ações da No Dab e decidiu tomar conta de todo conteúdo publicado em nosso blog, com isso nos brinda com assuntos interessantíssimos como o que vamos ver neste post. Vai que é suuuua Betão!

Cerca de uma década atrás, existia uma página na internet chamada “O ronco do mamute”.

Essa página era levada pelo Sergio Beck, aventureiro de carteirinha, autor de vários livros sobre montanhismo e inventor de cacarecos super-úteis: minha primeira caplight (assim chamavamos as headlamps) era produzida por ele e até hoje uso um fogareiro feito por ele e que comprei faz mais de 15 anos.

Bem, o Sérgio, que também é médico, em um dos posts de sua página colocou em pauta uma questão crucial: o cocô do montanhista, que fazer?

Beck dava uma lista de sugestões: 1 leve uma pá de jardinagem de plástico, não pesa nada; 2 defeque longe da trilha(60m); 3 defeque mais longe ainda da água (100m); com a pá, cave um buraco de 15 cm de profundidade, obre aí dentro, dê uma mexida na sua obra com um graveto, tampe com a terra que você cavou, dê uma boa pisada em cima para compactar e se quiser ponha uma pedra sobre esse assunto.

Alguns desdobramentos dessa questão eu conversei com o Gironha e a Luan na Chapada Diamantina. Eles disseram que na operadora deles sempre se leva um shit tube, pois muitas das caminhadas são em cânions de rios e a distancia regulamentar entre cocô e margem do rio não dá para ser seguida.

Finalmente, estes dias, fuçando na internet, encontrei o vídeo abaixo, que responde à última pergunta que fica: e o papel?

PS – A tradução do último experimento do vídeo está errada. Traduz “terra úmida” como dry soil, o que é exatamente o contrário, ou seja, em terra úmida o papel se desfaz totalmente…